O cliente aponta a câmera, vê o seu nome e o valor exato, confirma. Nenhuma chave digitada, nenhum valor errado.
Gerar o meu QR Code PIXNada é enviado para servidor: o código é montado no seu próprio navegador. A sua chave não passa por nós.
O QR Code do PIX não é uma imagem qualquer: é um texto padronizado pelo Banco Central, chamado BR Code, que segue a norma internacional EMV de QR para pagamentos. Dentro dele vão campos numerados — a sua chave, o seu nome, a cidade, a moeda (986, o real), o valor, um identificador e, no fim, um dígito verificador (CRC16) que impede que um código adulterado seja aceito.
É por isso que o mesmo código funciona no Nubank, Itaú, Caixa, Banco do Brasil, Mercado Pago, PicPay e em qualquer outro: todos leem o mesmo padrão.
Para um eletricista que manda 15 orçamentos por mês, o estático com valor preenchido resolve — e sai hoje, de graça.
Mandar "minha chave é 123.456.789-00" cria quatro chances de falha: o cliente digita errado, transfere valor errado, transfere para outra pessoa com chave parecida, ou simplesmente deixa para depois. O QR Code com valor elimina as quatro. O cliente vê o seu nome na tela do próprio banco antes de confirmar — o que também funciona como prova de que ele está pagando a quem deve.
Não. A chave pode ser de conta pessoa física. Mas, se você já tem CNPJ de MEI, receber na conta PJ separa a vida pessoal da do negócio — e facilita muito na hora de declarar.
O PIX estático não expira. Se o valor estiver embutido, ele continuará cobrando aquele valor sempre que for escaneado — por isso gere um novo para cada cobrança com valor diferente.
Para pessoa física, o PIX é gratuito. Para pessoa jurídica, depende do banco: muitos bancos digitais não cobram por recebimento via chave, e alguns cobram por QR dinâmico com API. Confirme no seu.
Sim. Para isso, gere sem valor (deixe o campo vazio): o cliente escaneia e digita quanto vai pagar.
Com valor, com o seu nome, dentro de um documento profissional. Grátis.
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